José Roberto Guimarães analisa tabelas e tenta dar volume de jogo ao grupo na preparação para enfrentar rivais mais complicados na segunda fase da competição.

O jogo não era assim tão complicado – assim como o próximo. Mas, rumo a desafios mais intensos, José Roberto Guimarães tenta dar volume à seleção. Diante do Quênia e contra o Cazaquistão, rival desta quinta-feira, o técnico tenta acertar o passo, corrigir problemas e dar casca ao time para a sequência do Mundial.

Classificado para a segunda fase, o Brasil encara as cazaques nesta quinta-feira, às 7h20 (horário de Brasília).

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Foto: Divulgação/FIVB

Assim como o Quênia, o Cazaquistão não impõe medo. Última colocada, foi a única equipe do grupo D a não vencer até aqui. Zé Roberto, porém, ignora qualquer expectativa de tranquilidade. Na cabeça do técnico, a partida já é um ensaio para a próxima fase, que será disputada em Nagóia.

-Nós vamos sair em segundo aqui (do grupo), isso é muito provável. Pegamos o terceiro de lá (grupo A), que vai ser definido no jogo entre Japão e Alemanha. Quem ganhar, fica em segundo, é o nosso último jogo. Quem perder, é o nosso primeiro jogo. Então, temos de ter uma atenção muito grande. São dois adversários muito perigosos, que estão lutando com a gente pela classificação. Temos que ter um foco enorme para nos prepararmos.

Mesmo nos dias de jogos, a seleção tem treinado pela manhã. A equipe e a comissão técnica analisam vídeos das outras equipes e fazem a atividade antecipando situações de jogo. Contra o Cazaquistão, assim como foi contra o Quênia, o técnico deve dar espaço para que o grupo ganhe ritmo. E as jogadoras agradecem.

– Temos esse ponto positivo de ser realmente um time. Todo mundo está pronto para entrar. O Zé tem feito a gente manter esse ritmo. Às vezes o horário do jogo não ajuda muito para treinar, mas a gente tenta manter o máximo possível. Acho que vamos precisar. É um campeonato muito longo. Eu nunca tinha participado, tinha ansiedade de ver como é. Vi quanto é cansativo e desgastante. Então todas têm que estar preparadas. Fico feliz de estar entrando. A inversão vem dando certo. Acho que é isso que a gente tem que pensar. Quem entra tem que entrar bem para dar ritmo e as meninas descansarem um pouquinho – afirmou Roberta, outra a participar bem da partida contra o Quênia.

O técnico concorda. Para ele, a seleção só terá sucesso se puder contar com todas do grupo em todas as partidas.

– Ver a Natália, ver como as outras jogadoras têm entrado, é muito importante. Porque vamos precisar de um grupo, de um elenco para suportar toda a pressão que vamos passar a partir da segunda fase.

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